Guia de Aprendizagem

Guia de Aprendizagem

É um instrumento adotado pelas escolas do Programa Ensino Integral e deve ser elaborado à luz do Currículo Paulista e da necessidade de desenvolvimento das habilidades e competências identificadas nos resultados das avaliações internas e externas, conforme proposto no Plano de Ação. Os Guias de Aprendizagem devem ser divulgados para a comunidade, como estratégia para facilitar a complexa articulação entre a família e a escola. Acompanhar a vida escolar do seu filho agora ficou muito mais fácil. Com os Guias de Aprendizagem de cada disciplina e série, você, pai ou responsável poderá monitorar quais são os conteúdos que seu filho está aprendendo e conversar com ele sobre isso, mantendo assim uma constante presença na vida escolar dele.

O Currículo Paulista – Etapas da Educação Infantil e do Ensino Fundamental

É fruto do esforço dos profissionais da educação representantes das redes municipais e estadual de ensino que, atuando de modo colaborativo, associaram saberes, procedimentos, reflexões e experiências na construção de um documento referencial, que orienta a prática docente nos diferentes componentes curriculares.

Além de garantir os direitos de aprendizagem dispostos na Base Nacional Comum Curricular, o Currículo Paulista incorporou elementos que compõe os aspectos sociais, econômicos, culturais e históricos dos diferentes municípios paulistas. Homologado em agosto de 2019, o Currículo Paulista dessas etapas apresenta as competências e habilidades essenciais para a educação integral dos estudantes do Estado de São Paulo, sendo um documento norteador da formação docente e demais políticas públicas educacionais.

O Currículo Paulista – Etapa do Ensino Médio

Foi construído de forma colaborativa com profissionais das redes pública e privada da educação básica e do ensino superior e com estudantes da redes pública e privada.

Esse Currículo define as aprendizagens que deverão ser garantidas a todos os estudantes paulistas durante essa última etapa da Educação Básica. Contempla as aprendizagens essenciais a todos os estudantes na formação geral básica e, de forma indissociável, nos itinerários formativos organizados por área de conhecimento e formação técnica e profissional, respeitando as especificidades regionais do estado de São Paulo e das expectativas dos nossos estudantes.

No Currículo Paulista encontramos os princípios da educação integral, favorecendo o desenvolvimento cognitivo, social e emocional dos estudantes paulistas, por meio das competências e habilidades essenciais que propiciam o protagonismo, a autonomia e a construção do seu projeto de vida.

Para saber mais, Acesse a página do NOVO ENSINO MÉDIO

A tarefa de casa como mais um momento de aprendizagem

A tarefa de casa, homework, lição, dever – cada um dá o nome que quiser à atividade que todo estudante tem que realizar e que, para muitos, é a primeira grande responsabilidade da vida – surgiu nos Estados Unidos, nos anos 30, como parte integrante de um método de ensino para estudantes da zona rural.
A tarefa de casa possui uma função pedagógica importante. Além de ensinar a criança a construir uma relação de responsabilidade e autonomia, favorece o hábito do estudo. Entretanto para que o dever de casa atinja esse objetivo, cabe ao professor orientar a criança em cada lição e esclarecer os objetivos dessa.
Conflitos quanto à tarefa de casa ocorrem quando os pais acham que os filhos trazem lições demais para casa. A cena é comum, pais de um lado se queixando de não dispor de tempo para ajudar o filho e do outro lado à criança que às vezes não se lembra de fazer o dever ou não consegue desempenhá-lo sem a supervisão de um adulto.
Mas como a tarefa de casa favorece muitos alunos, uma das formas de evitar esse clima de tensão que a atividade ocasiona, é o estabelecimento de um bom relacionamento entre os pais e a escola. É importante que todos situem as tarefas de casa como atividades que representam uma oportunidade de auto- aprendizagem, auto-conhecimento, de reflexão, expressão e crescimento pessoal do aluno. Para isto, é preciso repensar duas crenças arraigadas: a de que a tarefa de casa tem como objetivo que o aluno aprenda o que foi trabalhado em classe, fazendo exercícios repetitivos e mecânicos, ou seja, que aprendemos pela repetição; e a crença de que a obrigatoriedade da lição diária gera, por si só, a responsabilidade e o hábito de estudo.
Não aprendemos pela repetição mecânica e descontextualizada, mas pelo significado que atribuímos ao conteúdo estudado, pela capacidade adquirida para poder compreendê-lo, pelo seu uso nas situações de vida, pelo envolvimento que podemos ter com o objeto de estudo. O hábito de estudo, ou melhor, o gosto pelo estudo é adquirido quando o aluno experimenta o desejo de conhecer e o que isto lhe traz de crescimento pessoal.

Os pais podem e devem supervisionar constantemente a realização das tarefas de casa e encorajar seus filhos nessa responsabilidade, demonstrando interesse pelos deveres e proporcionando autonomia quando oferecerem sua ajuda ao invés de fazer a lição pela criança.

Fonte:
http://www.ecc.br/fundamental/fundamentalIeII/licao_de_casa.htm
http://www.brasilescola.com/educacao/licao-casa.htm

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